| Frente & Verso | ||||
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feliz, feliiiiiz 2006 2006 já tem a melhor notícia do ano. E ela aconteceu ontem, dia 04 de janeiro. Depois de voltar de uma viagem de uma semana à Argentina, em que tudo deu certo e me diverti horrores, achei que papai do céu já tinha sido bonzinho comigo o suficiente para o mês inteiro. Mas não. Estava lá eu no aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires, sentadinha na minha cadeira do lado da janela, esperando o término do embarque. Eis que olho para fora. E o que vejo? Carlitos Tevez embarcando no mesmo avião que eu. Minhas pernas começaram a tremer, meu coração disparou e eu agarrei o braço do meu amigo, que estava ao meu lado, gritando loucamente: "É o Tevez! É o Tevez!". Quando ele embarcou, obviamente as antipáticas aeromoças das Aerolíneas Argentinas não deixaram os pobres mortais da classe turística visitá-lo na primeira classe. As duas horas entre Buenos Aires e São Paulo nunca foram tão longas. O avião finalmente começa sua trajetória descendente para pousar em Guarulhos. E os sintomas de ansiedade, que haviam diminuído um pouco, voltam: Minhas pernas começaram a tremer, meu coração disparou, minhas mãos suaram em bicas. Para meu desespero, novamente os passageiros da primeira classe desembarcaram separadamente dos pobretões lá de trás. E eu estava na fileira 10, ou seja, havia 60 pessoas para desembarcar na minha frente. Juntei todas as minhas forças que sobraram depois de uma noite em claro (cheguei ao Ezeiza às 3h30 da madrugada e não havia dormido nadinha até o embarque, às 6h50) e saí correndo pelo corredor --que também nunca pareceu tão longo até finalmente avistar o baixinho na escada rolante. Ele estava de camisa azul e com uma camisa branca à guiza de chapéu na cabeça, escondendo seu corte de cabelo zebrado típico. A escada rolante acabou e logo à frente estava o banheiro masculino, onde Carlitos entrou. Fiquei de plantão na frente do banheiro. E, finalmente, meu ídolo máximo do momento aparece. A suadeira/tremedeira/taquicardia atrapalhou, mas eu consegui balbuciar algo como "puedes me dar un autógrafo?". E ele me deu. E eu tirei uma foto com ele. E fiquei feliz para sempre. PS: quem quiser ver a foto (que um cara brasileiro que estava passando na hora tirou para mim, e nem ficou tão boa assim, mas tudo bem), entre no meu álbum de fotos no orkut. Escrito por Marina às 14h43 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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